Kit Componentes

Bom como sera os principais responsaveis pelo medio e agudo do som do carro, entao deve ser bem investido.
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Com acabamento acustico nas portas do celta esses falantes se acomodarao mto bem de forma a tocar perfeitamente o som:

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Kits componentes de alta qualidade utilizam crossovers separados para twitter e mdibass,  garantindo assim um ajuste diferenciado.
No fim desse mes o som deve estar montado junto com acabamento do portamalas e fiação passada corretamente.
Logo novos ups

Opala

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O Chevrolet Opala foi o primeiro automóvel de passeio fabricado pela General Motors no Brasil, tendo sido produzido de 1969 a 1992.

Construtor: Chevrolet, grupo General Motors Produção: 1969 — 1992 Sucessor: Chevrolet Omega Tipo de Carroçaria: Coupé (2 portas)
Sedan (4 portas) Motor: Quatro cilindros:
2,5 L “2500″ (153 pol3)
2,5 L “151″ (151 pol3)
2,5 L “151-S” (151 pol3)
Seis Cilindros:
3,8 L “3800″ (230 pol3)
4,1 L “4100″ (250 pol3)
4,1 L “250-S” (250 pol3) Modelos relacionados: Holden Monaro
Opel Commodore
Opel Rekord
Chevrolet Impala
Chevrolet Nova
Ford Maverick
Histórico
Seu projeto demorou cerca de dois anos, sendo finalmente apresentado na abertura do VI Salão do Automóvel de São Paulo, num sábado, dia 23 de Novembro de 1968, já como linha 1969. A fórmula do Opala combinava a carroceria alemã do Opel Rekord C / Opel Commodore A, fabricado de 1966 a 1971, à mecânica norte-americana do Chevrolet Impala. E ao longo de seus 23 anos e 5 meses de produção contínua, passou por diversos aprimoramentos mecânicos e modificações estéticas, sendo fabricado na cidade paulista de São Caetano do Sul, localizada na Região Metropolitana de São Paulo, até ao dia 16 de Abril de 1992, uma quinta-feira.
Durante o período em que esteve em produção, foram oferecidas paralelamente duas opções de motores ao Opala: 4 ou 6 cilindros, tanto para as versões básicas, quanto luxuosas ou esportivas. Todos os motores usados no Opala foram derivados de motores da Chevrolet Norte-Americana.
Essa mistura, onde combinava-se um motor americano a uma carroceria alemã, curiosamente resultou na peculiaridade de conviverem no mesmo projeto componentes com especificações técnicas baseadas no sistema de medidas Inglês, nos componentes do motor e transmissão, e no sistema métrico usado na Alemanha e no Brasil nas demais partes do veículo.
Dentre as qualidades do Opala, é notável o acerto dos freios, direção, velocidade e suspensão bastante equilibradas, aliado a isto, o conforto de um carro potente e com bastante torque, o que resulta em saídas rápidas e muita força em subidas de serra e ultrapassagens mais que seguras na estrada[carece de fontes?]. Apesar do tamanho, é um veiculo fácil de conduzir na cidade.
Graças a tais características, o Opala foi eleito pela Revista Autoesporte o Carro do Ano de 1972.

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Molas JJ Especiais

A JJ Especiais especializada na fabricação de peças automotivas desde 1999 da qual se destaca pelos produtos tais como: Molas esportivas , amortecedores rebaixados e suspensão regulável.Despachamos para todo o Mercosul, tendo clientes espalhados na Argentina, Chile , Uruguai, Paraguai e Brasil
Atuamos desde o ano de 2001, nosso comercio eletronico, para facilitar a venda de nossos produtos para o consumidor final ,quebrando barreiras do Iapoqui ao Xui, levando sempre em consideração a transparencia e eficiencia da qualidades dos nossos produtos e serviços prestados, tais como preços, prazos de entrega , sempre com total dedicação e satisfação ao atende-lo.
Disponibilizamos além da nossa loja virtual , nosso espaço fisico localizado no endereço abaixo, grande abraço.

Equipe JJ Especiais
Alta performance em suspensão
www.jjespeciais.com.br

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Pneus Toyo

Proxes 4 – 205/40ZR17 84W PROXES 4 REINFORCED
O TOYO PROXES 4, o pneu radial UHP de nova geração para todas as estações, atende à crescente demanda por um pneu com desempenho excelente em todas as estações, e desenhos atraentes na banda de rodagem e nas paredes laterais. Objetivando obter um excelente desempenho em pistas secas ou molhadas, o ‘T-Mode’, a nova e avançada tecnologia utilizada pela TOYO no projeto de pneus, conseguiu sucesso em seu desenvolvimento.
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Historia e Fatos sobre Pneus

Quem invento o pneu? Em que ano foi inventado o pneu?
- Em 1844, Charles Goodyear inventou a borracha vulcanizada, que foi depois utilizado para
criar o pneu.
- Em 1888, John Dunlop inventou o pneumático, porém, foram para suas bicicletas.
- Em 1895, André Michelin foi a primeira pessoa a usar pneus pneumáticos em um
automóvel, porém, não foi êxitos.
- Em 1911, Philip Strauss inventou o primeiro pneu com sucesso. Foi uma combinação de um
pneu e um tubo no interior cheios de ar. A empresa do Strauss Hardman Tire & Rubber
Company comercializo os pneus.
- Em 1903, P.W. Litchfield da Goodyear Tire Company patenteado o primeiro pneu tubeless,
no entanto, nunca foi explorada comercialmente até 1954.
- Em 1904, foram introduzidas rodas removíveis que permitiu motoristas arrumar seu
próprios pneu.
- Em 1908, Frank Seiberling inventou pneus com ranhuras para melhor tração na pista.
- Em 1910, BF Goodrich Company invento pneus com vida mais longa através da adição de
carbono a borracha.
- Em 1937, Goodrich também inventou o primeiro pneu de borracha sintética feita de uma
substância patenteado chamada Chemigum.

Qual e a maior empresa de pneus do mundo?
A maior empresa de pneus do mundo atualmente e a Bridgestone (www.bridgestone.com).
Bridgestone e uma empresa Japonês fundada em 1931 com mais de 141 empresas em 24
países. A segunda maior empresa atualmente e Michelin, uma empresa Francês fundada em
1888 (www.michelin.com).

Quantas fábricas de pneu há no Brasil? Qual marcas de pneu são nacional? Que
fabricas de pneu há no Brasil?

Estas são as fábricas de pneus que há no Brasil atualmente: Goodyear, Continental, Pirelli,
Brisgestone/Firestone, Yokohama, Michelin, Maggion, Bética. As únicas fabricas de pneu que
são 100% nacional são Maggion, Bética.

Da onde é o pneu Dunlop?
Dunlop é um empresa Inglês que pertence 75% para a empresa American Goodyear Tire and
Rubber Company e 25% por a empresa Japonês Sumitomo Rubber Industries. Os pneus
importado para o Brasil são do Japão. O nome Dunlop e derivado do John Boyd Dunlop
(1840-1921) o homem que inventou o pneu pneumático. A Dunlop também e a empresa de
pneus mais velha do mundo, fundada em: 1888. Dunlop é o primeiro pneu a ser importado ao
Brasil. Para aprender mais da Dunlop: www.dunloptires.com

Da onde é o pneu Toyo?
Toyo é uma empresa Japonês fundada em 1945 com matriz em Osaka, Japão. A Toyo
também possui filial nos Estados Unidos. Pneus importado para o Brasil vem do Japão. Para
aprender mais da Toyo: www.toyo.com

Da onde é o pneu Yokohama?
Yokohama é uma empresa Japonês fundada em 1917 com matriz em Tokio, Japão. A
Yokohama também possui filial nos Estados Unidos e esta abrindo uma empresa nova no
Brasil. Atualmente os pneus Yokohama no Brasil são importado do Japão. Para aprender
mais da Yokohma: www.yokohamatire.com

Da onde é o pneu Kumho?
Kumho é uma empresa da Coréia do Sul fundada em 1960 com matriz em Seoul, Coréia do
Sul. Pneus da Kumho no Brasil são importado da Coréia do Sul. Para aprender mais da
Kumho: www.kumhousa.com

Da onde é o pneu Hankook?
Hankook é uma empresa da Coréia do Sul fundada em 1941 com matriz em Seoul, Coréia
do Sul. Pneus da Hankook no Brasil são importado da Coréia do Sul. A marca esta
crescendo rapidamente no Brasil já que muitos carros importado da Coréia do Sul com Kia e
Hyundai já vem com o pneu. Para aprender mais da Hankook: www.hankooktireusa.com

Da onde é o pneu Nexen?
Nexen é uma empresa da Coréia do Sul fundada em 1942 com matriz em Yangsan, Coréia
do Sul. Pneus da Nexen no Brasil são importado da Coréia do Sul. Para aprender mais da
Nexen: www.nexentireusa.com

Da onde é o pneu Maxxis?
Maxxis é uma empresa Taiwaneses fundado nos anos 60. A matriz da Maxxis se localiza em
Taipei, Taiwan mas mantêm uma forte presença nos Estados Unidos. Para aprender mais da
Maxxis: www.maxxis.com

Qual são as empresas de pneus do mundo?
Veja todas fábricas de pneu no mundo

Por que só algumas medidas ou modelos de pneus tem letras brancas?
Plenamente por razoes de custo/benefício. O processo de manufatura de pneus com letras
branca são diferente que a de pneus sem letras brancas. É um processo mais complexo,
demorado e mais caro já que o material usado nas letras branca é diferente do que no resto
do pneu. Já que para o cidadão comum todo os pneus são iguais e eles só querem o preço
mais barato, para poder mantê-lo barato o pneu vem sem letras branca. Agora para amantes
de Muscle Cars, Jeeps, SUV e Camionetas de Off-Road, um pneu com letra branca é muito
importante para o visual e ele normalmente pagão o que for para esta aparência. Por isso
que as únicas medidas e modelos que tem letras ressaltadas em branco são pneus para
camionetas mais grandes e carro Músculo.

Pneus vendido no Brasil tem que ser aprovado pelo INMETRO?
Sim. Todo pneu fabricado ou importado para o Brasil tem que ter a estampa do INMETRO.
Se não tiver poder ser um sinal que o pneu e falsificado, veja dicas de saber se seu pneu e
falsificado
. Para os que não conhecem, INMETRO (InstitutoNacional de Metrologia,
Normalização e Qualidade Industrial) e um órgão do Governo Federal que faz um excelente
trabalho assegurando-se que pneu de mal qualidade não sejam vendido no Brasil. O selo
deve ser algo parecido a este de baixo.

fonte:
http://www.pneusfacil.com.br/historia_fatos_pneus.php

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Celta VHC-E

Se lá fora os motores híbridos dão o tom dos lançamentos, por aqui a preocupação com a economia de combustível é a bola da vez. Depois de a Fiat lançar a versão Economy para Mille e Palio, agora é a Chevrolet que apresenta os seus “veículos frugais”.

Não por acaso, os escolhidos foram Celta e Classic, dois dos maiores sucessos de venda da marca. As novidades se concentram na motorização 1.0, que ficou mais potente. O conjunto passa a gerar 77 cv com gasolina e 78 cv quando abastecido com álcool. Os torques, que antes eram de 8,8 mkgf (gasolina) e 9,0 mkgf (álcool), passam a ser de 9,5 mkgf e 9,7 mkgf, respectivamente.

Mas o grande chamariz dos modelos está na economia de combustível (daí a adoção da letra “E” no nome VHC). Segundo a GM, o Celta 2009 conta com uma autonomia de até 1.000 quilômetros, graças ao aumento da capacidade volumétrica do tanque (de 47,8 litros para 54 litros).

A montadora também diz que o apetite de Celta e Classic ficou mais comedido. Na cidade, os números são de 9,5 km/l com álcool e 13,3 km/l com gasolina, enquanto que na estrada o resultado é de até 12,8 km/l se movido a álcool e 17,8 km/l quando abastecido com gasolina.

Entre as demais mudanças, o Celta passa a ser equipado com brake-light de série em todas as versões. A configuração Spirit recebeu um sistema de travas elétricas das portas situado no console central, além de vidros elétricos dianteiros com sistema one touch e dispositivo antiesmagamento. Ar-condicionado e direção hidráulica deixam de ser opcionais exclusivos da versão Super. O Classic não recebeu modificações.

Os preços ainda não foram divulgados, embora a rede de concessionárias da marca já comercialize a linha 2009 do Celta a partir de pouco mais de R$ 26 mil. O Classic deve chegar às lojas em breve.

» FOTOS



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Astra Gsi


A sigla GSi tem significado especial para muito fã da Chevrolet. Essas três letras fizeram a fama de versões esportivas do Vectra, que no modelo importado entre 1994 e 1995 tinha 150 cavalos, e principalmente do Kadett, um clássico moderno com seu motor 2.0 de 121 cavalos e as belas linhas de conversível. Houve, é verdade, um Corsa GSi nos anos 90 com motor 1.6 de “apenas” 108 cavalos. Mas a aura do Grand Sport injection se manteve entre os aficionados. Essa deve ser a crença da montadora para lançar a nova linha Astra, na maior remodelação desde 1998, quando passou a ser produzido no Brasil.

O Astra GSi empurra para o museu o Astra Sport, que de “esporte” só tinha o nome e as linhas externas. Oficialmente, a principal mudança nos Astra 2003 é a estréia da versão cinco portas hatch, que só existia na Europa e que a Chevrolet mantinha longe do Brasil por um temor, meio exagerado, de que roubasse público do sedã. Mas, para os puristas da sigla GSi, a grande novidade é o motor 2.0 16V de 136 cavalos. Essa potência extra fará a distinção necessária para os 116 cavalos do motor 2.0 8V que equipava o aposentado Sport e continuará em todos os outros modelos da linha. É o mesmo equipamento da Zafira, o que inclui também a caixa de câmbio, mas com as vantagens de quem pesa 235 quilos a menos. A relação peso/potência passa de 10,4 kg/cv na minivan para 8,7 kg/cv. O GSi até impressionou bem na velocidade máxima, num teste realizado no Campo de Provas da GM (infelizmente o modelo não foi liberado para medição de máxima no local e padrões da revista, o que impede comparações mais precisas com outros carros). Ele foi a 201 km/h, já descontada a margem de erro do velocímetro do veículo.

Na medição de 0 a 100 km/h – esta, sim, feita na pista de Limeira (SP) -, o Astra GSi bateu em 10,9 segundos, contra 11,4 segundos do Sport. Diferença mais significativa surgiu na retomada em quinta marcha de 40 a 100 km/h. Foram 3,7 segundos a favor do GSi. A engenharia afirma que não fez modificações de vulto na suspensão. Só uma calibragem mais “rígida” na frente para suportar os 35 quilos extras que o motor e o câmbio do GSi têm em relação aos outros Astra. Ainda assim, o carro agrada na rua. Quando provocado, a traseira se projeta para a frente, mas não é difícil controlar o carro. Se o motorista quiser ter menos trabalho, basta aliviar o pé do acelerador e o Astra volta, rapidamente, ao curso normal da curva.

Na cidade, ele oferece bom nível de conforto, uma característica do modelo há tempos. Os freios melhoraram. A versão GSi traz discos nas quatro rodas, com os dianteiros ventilados. De 80 a 0 km/h, gastou 28,7 metros, marca de razoável para boa. Estranhas foram as vibrações que o sistema passou para o interior do carro. Dava para sentir o efeito do ABS (opcional) até na direção.

Como se vê pelos números e pelos comentários, nem tudo é alegria para os “GSisistas” saudosos de um grande desempenho. Não se compara ao Sport, mas o novo GSi não pode ser considerado uma versão realmente esportiva, como é o caso do Astra Coupé Turbo de 190 cavalos vendido lá fora. A exemplo do modelo que substitui, o GSi aposta mais nas suas linhas externas para vender um temperamento nervoso. E consegue se sair melhor do que o – neste quesito – bem-sucedido antecessor.

O curioso é que ninguém aqui da redação achava o visual do Astra ultrapassado. Mas, ao estacionar o novo ao lado do antigo, você começa a perceber onde o carro “envelheceu”. O primeiro impacto visual vem do capô, que mantém o agressivo formato em V, com o acréscimo de um vinco central perpendicular ao pára-brisa. Agora, as duas diagonais prosseguem pelo pára-choque, criando um bom efeito, ainda mais ressaltado na versão GSi, que tem um spoiler extra na dianteira. Na grade, a Chevrolet acrescentou a faixa metálica com o logo que estreou na Meriva e faz parte da nova identidade visual da Opel, a subsidiária européia da GM que tem ligações estreitas com a filial brasileira.

Os faróis também são novos – e mais bonitos. A Chevrolet adotou a atual tendência de usar lentes lisas e montar farol baixo, alto e pisca em pontos bem definidos e separados no interior da peça. O formato do farol ficou ligeiramente mais quadrado. Nas lanternas traseiras, as luzes de direção e da ré, ambas com cobertura plástica branca, estão separadas agora por uma faixa decorativa vermelha. Igualmente decorativo, o aerofólio traseiro ganhou linhas retas. Já a tampa do porta-malas parece maior e mais plana depois que deslocaram a placa de identificação para o pára-choque.

Nesta versão, o Astra tomou emprestadas as portas laterais do sedã. Em relação ao hatch três portas, são as mesmas vantagens (ficou menos pesado para abrir e fechar, o acesso está mais fácil ao banco traseiro e ninguém pega mau jeito nas costas tentando alcançar o cinto de segurança) e desvantagem (a porta traseira traz um desenho mais conservador).

Internamente, o Astra 2003 muda pouco. No painel, nada. E isso não é má notícia, do ponto de vista prático. Os instrumentos continuam de fácil leitura e o computador de bordo está bem localizado no alto do console central, que recebeu acabamento cinza meio simplório para um carro com “espírito” esportivo. As portas ganharam novo revestimento, com tecidos escuros para a versão GSi e claros para o 2.0 8V, tanto hatch como sedã. Os bancos são confortáveis, mas, outra vez, esperava-se por padrão de cor, formato e acabamento mais agressivos num modelo assim. Nos opcionais, o Astra vem agora com airbags laterais e ar-condicionado digital.

Ao contrário do novo Corsa e da Meriva, que antecipam mudanças ou lançamentos na Europa, o desenho do Astra não será adotado na Europa. Por lá, o modelo espera pela nova plataforma e uma completa reestilização previstas para 2004. Ainda é incerto que ele seja montado no Brasil. Por isso, vá se acostumando a este visual do Astra. Ele veio para ficar por um bom tempo.

Ficha técnica

Motor
Dianteiro, transversal, 4 cilindros, 16 válvulas
Cilindrada – 1998 cm3
Diâmetro x curso – 86,0 x 86,0 mm
Taxa de compressão – 9,6:1
Potência – 136 cv a 5400 rpm
Potência específica – 68,1 cv/litro
Torque – 19,2 kgfm a 4000 rpm

Câmbio
Manual, 5 marchas, tração dianteira
1» 3,58:1
2» 2,02:1
3» 1,35:1
4» 0,98:1
5» 0,81:1
Ré 3,31:1
Diferencial – 4,17:1
Rpm a 100 km/h em 5» – 2800

Carroceria
Hatch, 5 portas, 5 lugares
Comprimento – 426 cm
Largura – 171 cm
Altura – 143 cm
Entre-eixos – 261 cm
Tanque – 52 litros
Porta-malas – 349 litros
Peso – 1180 kg
Peso x potência – 8,7 kg/cv

Suspensão
Molas helicoidais e amortecedores
Dianteira – Independente, tipo McPherson
Traseira – Braço de controle integrado e barra estabilizadora

Freios
Disco ventilado na dianteira e rígido na traseira, com ABS (opcional)

Direção
Pinhão e cremalheira, com assistência eletro-hidráulica

Rodas e pneus
Liga leve, aro 16; Pirelli P6000 205/55 R16

Fonte :  http://quatrorodas.abril.com.br

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Suporte para módulos

Bom nesse Fim de semana consegui montar o suporte para os modulos.. pena nao poder concluir a montagem da caixa selada…vou tentar cortar e fixar um aro de madeira para prender o sub e afixar ela na lateral, afinal apenas pressão nao vai segurar ela lá.
segue fotos da base:

Organização da fiação de força e autofalantes
Cabos RCA
Montagem
Montagem
Bravox Premium IIe 180WRMS 10

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Project I

Bom estava sem tempo e conteudo para postar..
Fechando componentes do sistema de som do Celta.

  • 2 x Blaupunkt GTA460
  • Par de “Pezinhos”  5″ – Leosound
  • Subwoofer 10″ 180WRMS Premium IIe
  • Kit Componente( a decidir)
  • Coaxial 4″( local original do Celta)
  • Pioneer DEH-6080-UB
  • Caixa Selada de fibra Moldada para lateral esquerda do Celta.
  • Cabos RCA Audiophonic
  • Cabos de Força 16mm (+ e -)
  • Cabos de Força 10mm(distribuição entre modulos da energia +)
  • Suporte e Moldura para Modulos em madeira/acrilico e Carpete
  • Acabamento no fundo( com tampa para estepe) e lateral direita( caixa de ferramentas, utilidade para espaço vazio

Bom a lista eh grande..

metade ja esta montado, cabos passados e funcionando sem o Sub, falta “montar” o porta-malas.

ps:. So para lembrar preciso mostrar como passar os cabos pelo celta, fazer a ligação de todos os componentes, com tudo que aprendi sobre som nos ultimos tempos.

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Stage I – Level 2 UP!!

Chegou Minha caixa selada…e meu subwoffer, um Bravox premium IIE 10″ 180WRMS. Vou colocar as caracteristicas tecnicas do Subwoofer.. e logo atualizo com fotos dos equipamentos.

Bravox Subwoofer Premium IIe Export PSW10 10″ 4ohms 180WRMS
[PSW10]


Impedância 4 ohms
Sensibilidade 90,0(dB/2,83V/M)
Freqüência Ressonância 35 (Hz)
Potência Máxima 360 Wmax
Potência Nominal 180 Wrms
Qts 0,58
Qms 12,1
Qes 0,62
Vas 60 litros
XMáx 4 mm
Sd 0,0363 m2
Bl 8,7 TM
Re 3,5 ohms

sub_bravox_IIE


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